Uma petição pública - ou abaixo-assinado, termo mais popular - está disponível na internet para tentar reverter a transferência dos alunos da Escola Municipal Maurício França Ferraz de Camargo, do bairro Piratuba, para a Escola Paschoal Visconti". (Saiba mais):
O texto do documento disponibilizado na internet contesta os vários argumentos apresentados pela administração municipal para justificar o fechamento da unidade escolar do Piratuba (Clique aqui para conferir matéria produzida pela Prefeitura de Piedade).
Em nota do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo enviada à TV Tem, e que foi divulgada na edição do meio-dia desta quarta-feira (20) no jornal "Tem Notícias", o órgão não só desmente que tenha havido alguma orientação para tais mudanças, como também ressalta que nenhuma visita ou vistoria foi feita na escola "Maurício França Ferraz de Camargo".
Na reportagem da TV Tem moradores do bairro Piratuba se dispõem em atuar de maneira voluntária em sistema de mutirão para a construção da quadra-poliesportiva e outras obras que deverão ser feitas para adequar a escola aos padrões exigidos pelos órgãos fiscalizadores, desde que a Prefeitura de Piedade disponibilize material e equipamentos para tais ações.
O abaixo- assinado disponibilizado na internet considera vários pontos para que a unidade escolar do Piratuba não tenha suas atividades interrompidas. (Clique aqui para acessar a petição, tomar conhecimento de seu conteúdo e apoiar a iniciativa se for contra o fechamento da escola). Dentre os argumentos apresentados pelos organizadores do movimento estão:
- Moradores do Piratuba e bairros adjacentes serão prejudicados com o fechamento da escola que tem mais de 60 anos de atividade;
- A unidade escolar é um marco da comunidade;
- As argumentações de que o prédio está precário, sem condições físicas de atender aos alunos, fato este que não condiz com a realidade do imóvel, pois que a escola vem funcionando dentro da normalidade;
- A Administração Pública Municipal tem falado que o "fechamento visa cumprir com critérios de fiscalização adotados pelo TCE-SP (Tribunal de Contas de São Paulo)", mas não apresenta nada documentado que de fato mostre esse critério, especificando a escola Maurício França, o que nos causa indignação e reforça ainda mais nossa preocupação de que o fechamento da unidade é um fato mais político que administrativo;
- Tais argumentos causa preocupação a todos, haja visto que não há nenhuma fundamentação nem pedagógica, muito menos administrativa.
