As informações são da Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas).
O processamento das frutas surge como alternativa de garantir rendimento e aumentar o valor agregado da produção e reduzir perdas na pós-colheita.
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| Foto: Reprodução ACIP + |
No entanto, ele diz que o trabalho com a fruta in natura apresenta pouca margem de lucro para o produtor. “O mercado in natura é difícil, o valor aparente não mudou nada nos últimos tempos e os insumos sobem todo ano, nunca atenuam”, comenta.
Culturas produzidas
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| Foto: Ateliê dos Pomares |
O caqui seco – doce típico do Japão – foi o primeiro alimento a ser processado no sítio de Takagi. O imigrante japonês se mudou para o Brasil em 1998 e desde 2001, a fruticultura sustenta a família e emprega em média quatro funcionários. O investimento inicial foi na construção de um desidratador caseiro, que na época custou R$ 3 mil reais.
A fabricação de frutas secas garante lucro de 10% ao fruticultor. As frutas que sobram no pomar são transformadas em deliciosas geleias produzidas pelas mãos de NatsukoTakagi, esposa de Takagi. Desde 2013, a família formalizou o negócio, criando a empresa Atelier dos Pomares e ampliou o leque de produtos. Há também conserva de castanha, amêndoa de ginkgobiloba e biscoito natural de batata doce.
Benefícios à saúde
O consumo regular das frutas secas podem trazer diversos benefícios à saúde. Algumas delas possuem altos níveis de fibras, pouca gordura e energia, vitaminas A e B, minerais e são antioxidantes.
Para Takagi, apesar do aumento de interesse do público em geral, ainda demoraria muitos anos para que a fruta seca entrasse na dieta brasileira. “Hoje o mercado é nicho do nicho, muito pequeno e sujeito a alterações”. E por isso, ainda de acordo com ele, é preciso gostar do que faz e sempre se reinventar.
Para outras informações, acesse:
www.atelierdospomares.com.br ou entre em contato (15) 99723-3195. Sítio Takagi, s/n - B°Douradinho, Piedade-SP
Matéria extraída na íntegra do site da ACIP (Associação Comercial e Industrial de Piedade)
Texto/Colaboração: Aline Nunes


