Seu consumo data dos tempos do Egito e a origem da alface, à região do Mediterrâneo, mais especificamente da Ásia e da Europa.
É uma planta aparentada com outros cultivos bastante conhecidos na mesa do brasileiro, como alcachofra, almeirão, chicória e escarola.
Hortaliça de ciclo curto e com folhas delicadas, não é recomendável comprar mais do que o necessário para o consumo em um determinado período de tempo. Ao adquiri-la, prefira aquelas que tiverem folhas firmes e sem manchas. Para conservá-la melhor, a dica é lavá-la bem, secar com papel-toalha e guardar as folhas cobertas por papel-toalha umedecido em recipiente com tampa, sempre deixando tudo na geladeira. Com isso, as folhas de alface acabam preservadas por uma semana.
Ao longo de 2021, 1.658 toneladas do produto deram entrada no Entreposto Terminal São Paulo (ETSP), com tendência estável ao longo do ano.
Em um ranking todo paulista, Ibiúna foi a líder, sendo responsável pela maioria das comercializações (356). A vice-líder foi Itapecerica da Serra, com 257, com Mogi das Cruzes completando o pódio ao entregar 232. O quarto lugar foi de Cotia (213), seguida por Piedade (152) e Embu Guaçu (137). Cotado em 30 de maio de 2022, o preço médio de atacado foi de R$ 27,41 o engradado.
Fonte: - CEAGESP -

