Em maio, foram registradas irregularidades de abastecimento, dificuldade de garantia de estoque e elevação dos preços praticados. Há impasse na compra de Dipirona Sódica, Neostigmina, Ocitocina e até soro fisiológico.
De acordo com ofício do Conselho, os serviços de saúde já reportam dificuldades em manter seu funcionamento. “Esses medicamentos faltantes são essenciais e o desabastecimento representa um sério risco a vida”, afirma o CONASEMS. As justificativas para as faltas são: impactos na logística de importação após pandemia de Covid-19, atual lockdown na China e guerra entre Rússia e Ucrânia.
O conflito entre russos e ucranianos atingiram diretamente a disponibilidade de produtos IFAs (Consumo Farmacêutico Ativo) e outros componentes para fabricação de medicamentos. “Se não houver uma regulação efetiva dos preços, corre-se risco de legitimar um patamar de preços inadequados ao mercado e insustentáveis ao SUS”, complementa o CONASEMS.
Piedade enfrenta problemas no abastecimento de medicamentos de alto custo que é realizado pelo Governo do Estado. O município também sente os reflexos da crise na distribuição dos remédios comuns, tais como: Ácido Fólico, colírio timolol, xaropes, nimesulida em gotas, insulina, amoxilina liquida, Iboprofeno, Metamorfina, entre outros.
A Secretaria Municipal de Saúde segue em busca de alternativas para sanar os problemas. “Estamos fazendo o que está em nosso alcance para melhorar o atendimento na saúde, mas dependemos da Federação e do Estado para regularizar a entrega destes medicamentos”, finaliza a Administração Municipal.
Fonte: Assessoria de Comunicação Prefeitura de Piedade

