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| Maria Vitória Aparecida Soares Foto: Arquivo pessoal |
O estudo desenvolvido no interior de São Paulo ganhou um motivo especial para se orgulhar. Na última sexta-feira (02), a estudante de Educação Física Maria Vitória Aparecida Soares, moradora de Piedade, viveu um momento marcante em sua trajetória acadêmica: ela apresentou seu primeiro trabalho científico no prestigiado Congresso de Ciência do Desporto, realizado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Aluna da Faculdade Anhanguera, Maria Vitória desenvolveu a pesquisa intitulada “Treinamento resistido e estabilidade postural em pessoas com deficiência visual: implicações para indivíduos com ceratocone”, sob a orientação do professor Vladimir Juliano de Godoi.
O estudo explora como o fortalecimento muscular e os exercícios de resistência podem impactar positivamente o equilíbrio e a estabilidade corporal de pessoas com deficiência visual, trazendo reflexões relevantes para indivíduos acometidos pelo ceratocone.
Além do impacto direto na área da saúde e do esporte adaptado, a conquista ganhou ainda mais força com a publicação do artigo no acervo acadêmico oficial do evento. Alcançar esse patamar ainda durante a graduação é um feito expressivo que consolida o empenho e o rigor acadêmico da futura profissional.
Para a jovem, estar em um dos maiores centros de pesquisa do país e compartilhar suas descobertas com a comunidade científica representa a realização de um sonho construído com muito empenho.
“Foi meu primeiro congresso e também meu primeiro trabalho científico publicado. Poder viver essa experiência ainda durante a graduação foi muito especial. É uma conquista que representa todo o esforço, dedicação e apoio que recebi ao longo dessa caminhada”, celebrou Maria Vitória.
A trajetória de Maria Vitória reforça o potencial dos estudantes locais e demonstra como a dedicação à pesquisa pode abrir portas em cenários acadêmicos de grande relevância nacional. Ao levar o nome de Piedade a um dos fóruns mais respeitados de ciências do esporte no Brasil, a universitária inspira outros jovens a buscarem o conhecimento e mostra que a paixão pela ciência não tem fronteiras.

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